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Notícias do Mercado de Seguros

Parcerias e investimento em tecnologia são tendências para o pós pandemia
Sex - janeiro 8, 2021 5:07 pm  |  Artigo Acessos:1252  |  A+ | a-
Fonte: Nicole Fraga - Revista Apólice

O CEO da HDI Seguros, Murilo Riedel, participou do evento "Diálogos Apólice 25 anos" para falar sobre o que esperar do mercado de seguros no pós pandemia.

Mesmo com a perspectiva de retomada da economia em 2021, ainda há incertezas que rondam diversos setores. Para falar sobre o que esperar do mercado de seguros no pós pandemia a Revista Apólice realizou ontem, 14 de dezembro, mais uma edição do evento “Diálogos Apólice 25 anos”, e desta vez o convidado foi Murilo Riedel, CEO da HDI Seguros. A mediação da transmissão ao vivo foi realizada pela jornalista Kelly Lubiato.

No inicio da live o executivo falou como o mercado se adaptou para começar a operar no regime home office. Segundo Riedel, é fundamental preservar a saúde dos colaboradores nesse momento, mas trabalhar em casa poderá trazer consequências negativas para o setor. “Quando tudo isso começou nós tivemos que agir de maneira ágil e eficiente, lançando soluções que possibilitassem continuar os negócios a distância. Entretanto, essas tecnologias e produtos que foram acelerados estavam previstos para serem lançados daqui a 2, 3 anos. Isto pode estagnar o ambiente de inovação no mercado”.

Riedel também falou sobre o desemprego no setor que, de acordo com ele, vem contratando menos a cada ano. O CEO da HDI afirmou que as operações manuais irão ser extintas no decorrer da transformação digital, mas que áreas como o Comercial têm um enorme potencial para crescer. “Relacionamento é tudo, ainda mais na indústria seguradora. Mesmo com a extinção de algumas funções, é previsto um aumento do salário médio no mercado e as áreas que lidam com venda e pós venda e tecnologia ocuparam um espaço cada vez mais dentro das seguradoras e corretoras”.

O executivo abordou a importância dos corretores acompanharem essa transformação digital e investirem em tecnologia e capacitação. De acordo com Riedel, somente desta forma o corretor irá conquistar mais clientes e aumentar sua carteira “Na minha opinião, a robotização do whatsapp é algo que o corretor não pode abrir mão. Os consumidores mudaram muito nesse período de pandemia, o que exige disponibilidade total para atender as suas demandas. É necessário se adaptar pois existe muita concorrência entre a categoria e aquele que não fizer isso perderá espaço”.

Riedel disse acreditar nas parcerias como uma parte importante para o mercado crescer e aumentar sua participação no PIB. Neste ano, a HDI e a Icatu se uniram para oferecer seguros de vida e de acidentes pessoais, nos quais cada seguradora ficaria com 50% das receitas geradas pelas vendas cruzadas. “Eu vejo no pós pandemia o mercado se unindo e aprendendo com essas parcerias, pois juntos podemos renovar o setor. Devemos aproveitar esse momento, que apesar de ser muito difícil gerou uma maior percepção da sociedade para a necessidade de estar protegido”.
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O que você precisa saber sobre seguros de viagem na pandemia

Fonte: Exame

O setor dos seguros de viagem introduziu uma série de novas apólices para cobrir a doença, à medida que muitos destinos internacionais começaram a exigi-las.

Quando a pandemia chegou, muitas apólices de seguro de viagem não cobriam interrupções e cancelamentos acarretados pela Covid-19, porque excluíam pandemias. Mas, nos meses seguintes, o setor dos seguros de viagem introduziu uma série de novas apólices para cobrir a doença, à medida que muitos destinos internacionais começaram a exigi-las.

“Houve progresso, porque muitos planos agora vão tratar a Covid como qualquer outra doença ou problema inesperado. Se você tiver uma viagem marcada e pagou pelo seguro, mas foi acometido pela Covid-19, o que o impossibilitou de viajar, o cancelamento da viagem estará coberto, porque uma doença inesperada impediu que a viagem se realizasse”, disse Stan Sandberg, um dos fundadores do site de comparações de seguros Travelinsurance.com.

Da mesma maneira, as atuais apólices que incluem a Covid-19 cobrirão os assegurados, caso um médico faça o diagnóstico da doença durante a viagem, garantindo o benefício da interrupção de viagem.

Nem todos os seguros de viagem excluíam pandemias quando o coronavírus começou a se espalhar no início deste ano; o Berkshire Hathaway Travel Protection estava entre eles. Porém a mudança mais ampla no setor decorre da demanda dos consumidores, de uma compreensão mais ampla do vírus – incluindo taxas de mortalidade e custos hospitalares – e do desejo do setor de que as viagens sejam retomadas.

Mas, como qualquer outro seguro, o diabo mora nos detalhes quando o assunto são os seguros de viagem, incluindo a cobertura, os destinos onde são obrigatórios e as lacunas inevitáveis, das quais falaremos a seguir.

Como o seguro de viagem cobre a Covid-19

Os novos seguros que passaram a incluir a Covid geralmente cobrem as viagens do dia seguinte ao pagamento da apólice até a volta para casa. Durante esse período, se você ficar doente ou um médico determinar que você não pode viajar (devido ao vírus ou a outra doença), os benefícios do cancelamento e da interrupção de viagem passam a valer.

Esses benefícios variam de uma apólice para outra, mas, ao avaliarmos o custo do seguro para uma viagem de US$ 2 mil com duração de uma semana para a Costa Rica, em dezembro, o site Travelinsurance.com revelou que o custo seria de US$ 69,75 pela Generali Global Assistance Standard, por uma apólice com benefícios relacionados à Covid-19, que entrariam em ação caso você, seu anfitrião no local de destino, um companheiro de viagem ou um membro da família recebesse resultado positivo para o vírus.

Se isso acontecer antes da partida, a apólice cobre os custos de viagem que já foram pagos. Caso você ou seu companheiro de viagem contraiam a Covid-19 durante a viagem e sejam diagnosticados por um médico, o seguro paga pelos compromissos que já estão reservados, como o hotel, além de cobrir em até US$ 2,5 mil as passagens aéreas adicionais necessárias para voltar para casa, assim que o médico liberar seu retorno.

Caso você tenha de fazer quarentena e não possa viajar, o seguro paga até US$ 1.000 pelo hotel, pelas refeições e pelo transporte local. A apólice também cobre gastos médicos por até um ano, mesmo depois do retorno para casa, em valores que atingem até US$ 50 mil – embora a apólice também especifique que, antes de buscar a cobertura do seguro de viagem, o segurado deve usar todos os recursos disponibilizados por seu plano de saúde.

Os viajantes devem ler as apólices com cuidado para compreender os benefícios (por exemplo, algumas regras variam dependendo do estado em que o viajante reside), mas empresas como a TravelInsurance.com, a InsureMyTrip e a Squaremouth estão facilitando a busca com a ajuda de filtros e páginas de perguntas frequentes.

As novas apólices, mais abrangentes, nem sempre custam mais. Durante uma busca no Squaremouth por um seguro para duas pessoas de 40 e poucos anos em uma viagem de duas semanas que custaria US$ 5 mil, o site ofereceu uma série de apólices com e sem as exclusões do coronavírus, em valores que variavam de US$ 130 a US$ 300, sem acréscimo aparente pela cobertura da Covid-19.

Nem todos os gastos relacionados à Covid-19 são cobertos por muitas dessas apólices, incluindo os exames exigidos por muitos desses destinos antes do desembarque (eles podem ser cobertos pelo plano de saúde privado).

Muitas apólices incluem o transporte médico para um hospital próximo, mas não necessariamente para casa. Para quem se preocupa com a possibilidade de fazer o tratamento em outro país, a Medjet, especializada na evacuação de pacientes, oferece atualmente evacuações para pacientes com doenças relacionadas à Covid-19 nos 48 estados contíguos dos EUA, no Canadá, no México e no Caribe, oferecendo transporte para o hospital de sua escolha em seu país de origem (a cobertura para viagens custa a partir de US$ 99; a anuidade custa a partir de US$ 189).

“A Covid-19 exige métodos de transporte especiais para proteger a tripulação e os outros passageiros, gerando problemas de logística”, comentou John Gobbels, vice-presidente e COO da Medjet.

Além do plano Medjet, os viajantes precisariam de outro seguro de viagem com benefícios médicos para cobrir os custos de tratamento e a interrupção da viagem.

As exigências de cada destino

Os viajantes não são as únicas pessoas preocupadas com a saúde. Um número crescente de países tornou obrigatório um seguro de viagem que cubra a Covid-19 como pré-requisito para a visita, muitas vezes aliado a outras medidas, como a realização de testes antes da viagem e de exames no momento do desembarque.

Muitas ilhas do Caribe estão entre os destinos que exigem um seguro de viagem, incluindo as Ilhas Turcas e Caicos, e as Bahamas. St. Maarten exige o seguro e recomenda fortemente um seguro de viagem adicional com cobertura para a Covid-19.

Países mais distantes também exigem apólices que cubram a Covid-19, incluindo a Polinésia Francesa e as Ilhas Maldivas.

Alguns destinos especificam o plano exigido como forma de garantir que os viajantes tenham a cobertura correta e de acelerar o tratamento. Aruba exige que os viajantes adquiram o Seguro de Visitantes de Aruba, mesmo que o viajante já tenha outros planos.

“O seguro de viagem fornecido pelo país de destino geralmente cobre apenas a Covid-19 e outras doenças durante o período de estada. Se você pegar a Covid antes da viagem, eles não oferecem cobertura para o cancelamento. Se quebrar a perna, o seguro pode cobrir apenas os medicamentos ligados à Covid. Varia de um país para o outro”, disse Kasara Barto, porta-voz da Squaremouth.com.

Geralmente, o seguro de viagem varia conforme a idade do viajante, o destino, a duração da viagem e o custo (a maioria varia de quatro a dez por cento do custo da viagem). Alguns destinos, porém, oferecem um valor padrão, e a maioria das apólices inclui limites de cobertura e termos específicos para o uso de serviços médicos de emergência, evacuação e custos associados a quarentenas.

A Jamaica, que exigirá o seguro de viagem, mas não disse quando a nova regra entrará em vigor, planeja cobrar US$ 40 por viajante. As Bahamas incluirão o seguro no custo do Visto de Saúde para Viajantes, que exige resultados negativos nos exames de Covid-19 e custa entre US$ 40 e 60, dependendo da duração da estada (e é gratuito para crianças com menos de dez anos). As Ilhas Turcas e Caicos oferecem uma apólice de US$ 9,80 por dia, e, caso sejam feitas no país, as apólices da Costa Rica custam US$ 10 por dia.

Essa lista de destinos deve aumentar. Em janeiro, a região espanhola da Andaluzia planeja exigir um seguro para os viajantes e, para facilitar a compra, está procurando uma empresa que forneça as apólices.

Lacunas nos seguros de viagem

As apólices que cobrem a Covid-19 como um evento médico que pode levar ao cancelamento ou à interrupção da viagem, ou as que oferecem cobertura para tratamentos médicos e evacuação, ainda não cobrem os viajantes que podem mudar de ideia quando descobrem que terão de passar por uma quarentena depois da chegada, mesmo que não tenham o vírus. Essas apólices nem sempre estão ligadas às condições locais, como um pico no número de infecções, alertas do Departamento de Estudo, a proibição local de viagens ou a interrupção dos voos.

Para esses eventos, é possível acrescentar aos planos a opção de cancelamento por qualquer razão, que geralmente devolve apenas de 50 a 75 por cento dos custos não reembolsáveis.

“Antes da pandemia, não costumávamos recomendar esse tipo de opção, porque as preocupações dos viajantes já eram cobertas pelos planos comuns. Esse tipo de apólice é 40 por cento mais caro e não queríamos que os viajantes pagassem por coberturas adicionais”, disse Barto, da Squaremouth.com. Segundo ela, agora houve um aumento no interesse pela opção, incluída em 22 por cento das apólices vendidas pelo site desde meados de março deste ano.
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